"Tudo me interessa e nada me prende. Atendo a tudo sonhando sempre; fixo os mínimos gestos faciais de com quem falo, recolho as entoações milimétricas dos seus dizeres expressos; mas ao ouvi-lo, não o escuto, estou pensando noutra coisa, e o que menos colhi da conversa foi a noção do que nela se disse, da minha parte ou da parte de com quem falei. Assim, muitas vezes, repito a alguém o que já lhe repeti, pergunto-lhe de novo aquilo a que ele já me respondeu; mas posso descrever, em quatro palavras fotográficas, o semblante muscular com que ele disse o que me não lembra, ou a inclinação de ouvir com os olhos com que recebeu a narrativa que me não recordava ter-lhe feito. Sou dois, e ambos têm a distância - irmãos siameses que não estão pegados."
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
agora vai
I am likely to miss the main event
If I stop to cry and complain again
So I will keep a deliberate peace
Let the damn breeze dry my face
Oh mister wait until you see
What I plan to be
I've got a plan to demand and it just began
And if you're right, you'll agree
Here comes a better version of me
#fiona
If I stop to cry and complain again
So I will keep a deliberate peace
Let the damn breeze dry my face
Oh mister wait until you see
What I plan to be
I've got a plan to demand and it just began
And if you're right, you'll agree
Here comes a better version of me
#fiona
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
a mais nova integrante
Sophia foi me conquistando, desde o primeiro dia. Chegou aqui bebê, de olhos fechados, indefesa, abandonada com sua mãe, irmãs e irmão. Foram 4 meses de convívio intenso: eu a vi abrir os olhos, aprender a mamar, andar. Vi quando engasgava ao aprender tomar água e estava lá quando ela aprendeu a comer. No dia em que foi castrar, contrariando o efeito sedante da pós anestesia, veio cambaleante ao meu encontro e subiu na minha perna.
Primeiro, foi o Silvio a ser doado. Depois a Silvia. Depois disso, eu já tinha definido: não teria como entregá-la. Ela já era minha, sempre foi. Em um mesmo final de semana, levei a Serena, a Salomé, Susana e sua mamãe Sandra, e ela ficou. Confesso q sair e deixar ela sozinha me deu um aperto grande, afinal, Sophia ficaria aqui, onde viveu por 4 meses com sua família e ia perceber que todos tinham ido embora. Minha gata, a Letícia, não é das mais amorosas com outros gatos e foi filha única por 2 anos e meio, sempre soube que seria difícil a adaptação, mas isso é assunto para outro post...
Sophia, minha branca, minha manchinha linda, bonequinha, fofa e ronronenta é oficialmente minha filha caçula. Seja bem vinda, meu amor!
sábado, 26 de dezembro de 2009
adeus ano velho, feliz ano novo!
Quem me conhece um pouco sabe que eu não gosto muito de Ano Novo. Não da festa em si, do espumante, da roupa branca e dos amigos reunidos. Eu não gosto do drama e da falsidade que fica no ar, todo dia 31/12. São promessas e mais promessas de que daqui pra frente tudo vai ser diferente, as pessoas se perdoam, rolam abraços, lágrimas. Um diazinho do ano, um só, perdido entre outros 365, fica com toda a responsabiliade por ser "O" dia especial, o dia da virada, o dia dos pequenos milgares, o dia em que tudo se renova. Para mim, Ano Novo, é como um pedacinho do Carnaval adiantado: tudo é permitido, afinal, já é o último dia do ano e daqui algumas horas, tudo será esquecido!
Porém, não adianta reclamar: nada posso fazer e está chegando ao final... Mais um ano novo se aproxima, mais um para dar sequência na minha vida, mais um amontoado de dias, um após o outro e que as pessoas teimam em complicar e filosofar sobre seu sentido. 2010 será o ano que antecede os meus 30 anos, a idade em que as revistas de moda já aconselham um cortes de cabelo mais curtos, os cremes anti rugas mais potentes, roupas mais tradicionais. É a idade em que, para meu pai, as mulheres já deveriam estar casadas e com (pelo menos 2) filhos. 2010 será o ano em que minha Lelê completará 3 anos morando comigo. Parece que foi ontem que minha preta chegou, toda meiga e carinhosa, para alegrar a minha casa e a minha vida. 2010 será um ano profissional decisivo: é o ano do tudo ou nada, de rever as escolhas feitas anteriormente e tomar decisões importantes. Será ano de Copa do Mundo, ano de eleições, ano do filme do Lula. Ano em que minha prima mais nova começará a faculdade e meu primo mais velho será oficialmente um Arquiteto, duas pessoas que eu peguei no colo. Em 2010, Fevereiro terá 28 dias e o Lucca da Maigu e o "Bebê" da Ju vão nascer, saudáveis e lindos!
Eu espero algumas coisas especiais para 2010 e elas só entraram na minha lista depois de analisar bem meu 2009. Eita aninho bizarro e tenso: eu que sou ansiosa desde sempre, engatei uma crise de enxaqueca que já dura mais de um mês. (Re) Aprendi em 2009 que não posso confiar nem na minha sombra: a única pessoa por quem eu colocava a minha mão no fogo no quesito lealdade, deixou eu me queimar feio. É muito, muito ruim o sentimento de decepção, a sensação de querer entrar em um buraco e sumir para todo o sempre, Amém. Nesse ano que fica para trás, fortaleci laços de amizade e percebi que as relações humanas são muito mais complicadas do que eu poderia imaginar, e isso me fez rever conceitos, valores e opiniões. Não li os livros que gostaria de ler, não comprei tantos CDs: 2009 foi o ano da apatia cultural, um ano morno, bem chatinho, bem corporativo e sem sal.
Meu pai deu um susto daqueles. Minhas duas melhores amigas casaram e fui madrinha nos dois casórios (um deles com direito ao posto de Dama de Honra). Nasceu a Lara, minha primeira sobrinha de coração. Veio o Lorenzo, o filho felino da minha mãe, meu irmão por teoria, meu palhacinho cambalhota por opção. Fiz novos amigos, terminei minha segunda pós graduação. Entrei e sai da academia duas vezes. Não ralei o carro, mas furei o pneu. Fiz meu primeiro lar temporário como voluntária do AUG. Não guardei um centavo do meu 13º. Recebi ajuda de onde eu menos esperei e abraços de quem eu não via há tempos.
Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Todos os dias em que eu fui feliz, sem nem entender muito bem o porque. Todos os dias em que eu quis voltar no tempo, sumir, viajar, sem deixar rastros. Todos esses dias sinistros e estressantes, todos esses dias em que me senti mais sozinha do que nunca. Todos esses dias, cada um especial por seu motivo, uns mais completos, uns que deveriam ter sido riscados do calenário. Todos esses dias que fizeram meu ano de 2009 um ano de reflexão, salvaram-se aqui dentro do meu coração de pudim.
Obrigada a todos que passaram por esse blog fajuto, por meus caminhos muitas vezes esquisitos, pelo meu cotidiano, pela minha vida. A todos que me fizeram mais adulta, mais realista, mais pé no chão. Crescer definitivamente não é fácil. Obrigada aos que chegaram, aos que foram e porque não dizer aos que virão, afinal, 2009 ainda me conserva alguns dias e já sei que conhecerei pessoas incríveis. Obrigada a todos que entenderam meu jeito não tão fácil de ser e obrigada também a quem não me entendeu e me deu a chance de reavaliar algumas coisas. Aos que estiveram ao meu lado sempre, incondicionalmente, mesmo quando eu não tinha razão. Aos que me deixaram mais generosa e aos que me fizeram ver que é preciso ser mais gentil. Aos que me ouviram, me calaram, me amaram e me fizeram feliz. Obrigada.
E que venha 2010!
domingo, 20 de dezembro de 2009
welcome, férias!
A partir de amanhã, 1º dia útil depois do dia 18/12, estou oficialmente de FÉRIAS, merecidas férias. No último dia de trabalho do ano, eu quase tive um ataque de nervos, uma síncope, um treco mesmo. Suei frio, tive enxaqueca, taquicardia, nervosismo, vontade de jogar o telefone longe.
As pessoas resolveram trabalhar no último dia do ano. Largavam as pendências na minha mesa, desejavam "boas festas" e picavam a mula mais cedo, enquanto a otária aqui se descabelava. Sim, eu sei que não precisa. Sim, eu sei que logo logo eu já ia descansar. Sim, eu sei que não vale a pena... Mas é mais forte do que eu. Não consigo ser imune às coisas que acho que são erradas.
A cada pessoa que vinha me abraçar, meu nervosismo ia aumentando. Pelo menos o Gui, meu parceiro, compartilhava comigo dessa sensação horível de estar ferrado enquanto o mundo se despedia com a consciência tranquila, ou eu já ia procurar o Ambulatório Médico, achando que estava ficando (mais) maluca.
Amanhã, nada de crachá, Raposo, almoço no Bandeira, fofoca no café. Vou curtir minha Lelê e a casinha da mamãe. Nada melhor do que um colo materno quando se está a beira do caos. Espero que até o dia 3/Jan o tempo passe bem devagar, quase parando, num ritmo beeeem baiano. Preciso me desconectar da tomada, 220v já não tem sido mais meu limite e, levando em conta o meu histório familiar, morro de medo de ter um infarto antes dos 40.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
3 meses depois...
Minha mamãe Sandra em nada lembra aquela gatinha magrinha que chegou aqui em casa, com 6 filhotinhos. Pena que ainda ninguém se interessou pela minha linda de olhos azuis... Mas a hora dela chegará e, se possível, com uma das filhinhas.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
silvio
Silvio era o único macho da ninhada Combo7S... Era brincalhão e aterrorizava as meninas: puxava rabo, lambia, mas sempre foi muito carinhoso. Domingo, 29 de Novembro, Silvio foi para sua nova casa, encontrar seus pais e sua irmã felina Lindinha. Tenho certeza de que meu menino será muito feliz.
Foi a minha primeira doação de fato porque entregar gatos de outras voluntárias não conta! Ele chegou aqui ainda de olhos fechados e tive que segurar meu coração ao me despedir. Não foi fácil mas deu tudo certo. Eu só não sabia o que ainda me esperava: a mamãe e as irmãs aqui em casa.
Quando cheguei, ninguém miou, como é de costume. Abri a porta e vi uma cena que nunca mais vou me esquecer: as meninas juntas e a mamãe me olhando com carinha de "falta um por aqui". Chorei igual criança, abraçando a Sandrinha e pedindo desculpas o tempo todo.
É difícil entrar no quarto e fazer a contagem de apenas 5 filhotes (até a empresaga assustou), mas sei que é preciso e é para o bem deles! Pena que essa certeza não impeça meu coração de sofrer.
Seja feliz, meu menino!!!
ps.: Silvio é uma homenagem ao meu pai, que vive cercado só por mulheres - 4 filhas e 2 netas!
sábado, 21 de novembro de 2009
combo 7 - começando a despedida
Sim, já se passaram 2 meses. Parece que foi ontem: uma mamãe e 6 bolinhos de olhos fechados chegaram quietinhos... Hoje, a família Combo7 (ou família "S") está quase pronta para ir embora da minha casa. Não sei como será o momento da despedida, nem penso muito sobre isso agora, só sei que sentirei falta. Dá um trabalho do cão, mas eles vão deixar saudades.
No detalhe: Sophia linda olhando para mim.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
lealdade x fidelidade
Ser desleal é diferente de trair
"Muitas vezes o que coloca um ponto final na relação não é a traição em si, mas a maneira como o que traiu lida, ou lidou, com o que foi traído. Se o homem fez a mulher desconfiada acreditar que estava ficando louca, ou se ela quis abordar a questão várias vezes porque sentia que a relação não ia bem e ele se recusou dizendo que era coisa da cabeça dela; fica difícil de se reconciliar. Nesses casos, que citei como exemplo, a traição fica em segundo plano e o que vem primeiro é a sensação de desconhecimento a respeito de quem é aquele que se julgava companheiro leal. A deslealdade é pior que a infidelidade"
(Sandra Vasques)
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
tolly
Dia 14 de Novembro, minha Tolly faria 19 anos. Minha primeira preta nos deixou ano passado, depois de longos anos de amizade e companheirismo. Ela sempre foi leal, fiel e muito amorosa com todos.
Tolly veio bebê de tudo, de uma ninhada de legítimos "tomba latas". Desde sempre foi xodó e querida, como nome e sobrenome: Tolly Tedusco de Toledo, dona de um dos olhares mais meigos que já conheci.
Ela fez parte de um pedaço muito especial da minha vida e eu espero que algum dia encontre a preta primogênita novamente.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
fila night run
Sabadão, dia de curtir a noite, de sair, de se divertir... Eu fiz tudo isso, de uma forma diferente: participei da corrida Fila Night Run 5K... Eu tinha esquecido como é gostosa a sensação de uma prova de rua, como é legak ver 12.000 inscritos, com o mesmo objetivo, sem empurra empurra, sem falta de educação. Confesso que como voltei a treinar faz bem pouco tempo, meu desempenho poderia ser melhor... Mas está ótimo para quem correu com medo de cair dura e preta no primeiro km.
Nome: AMANDA MORAES
Número de Peito: 929
Sexo: F
Equipe:
Tempo Final: 00:40:27.70
Categoria: F2529
Modalidade: 5K
Tempo Bruto 00:51:45.05
Classificação Total 3744
Classificação por Categoria 504
Classificação por Sexo 1829
Pace Médio 00:08:05
Velocidade Média Total 7,41
sábado, 7 de novembro de 2009
ohhh trem bão!
Trabalhar no meio da Raposo Tavares (leia-se: no meio do nada) tem as suas vantagens. Além dos pavões que temos dentro da empresa, quando bate uma vontade de relaxar, nós corremos para o Pesqueiro Irmãos Hara.
Comemos uma das melhores iscas de peixe que já comi, além de apreciar a vista bucólica do local. Às vezes, ensaiamos até uma cervejinha... =D
O ruim é voltar a trabalhar...
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
closer
Já comentei com algumas pessoas que sou "Larry" em momentos como esse. O filme é antigo, mas o assunto está sempre atual.
- Por que me contou?
- Não conseguiria mentir para você.
- Por que não?
- Porque eu te amo.
Deveria ser simples assim, não?
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
turma do gueto
Olhar essas fotos é a prova de que estou envelhecendo... Mais da metade já está casada! Sem contar que já temos dois bebês nas paradas de sucesso. Isso que o terceiro está para chegar a qualquer momento, já que mais uma parou a tal da pílula.
Senhor, isso deve ser praga porque fui a primeira a namorar sério e liberar a porteira. Agora, serei a última a fechar o ciclo. Estou tentando pensar pelo lado positivo: terei todas as dicas do mundo para todas as etapas.
É estranho e difícil crescer e encarar as novas etapas da vida. Às vezes dá vontade de entrar naquelas máquinas do tempo e voltar a ser criança, sem nenhuma preocupação.
Ainda bem que essa vontade é momentânea... Porque é a partir de fotos como essas que vejo o quanto eu sou feliz e realizada, o quanto crescemos e nos tornamos mulheres lindas, corretas e unidas.
Tem gente que acha que a felicidade não existe, mas quem pensa assim não tem a sorte de ter as mesmas pessoas nas fotos por tanto tempo.
domingo, 1 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
a dinda, parte II
Eu sou uma pessoa de muita sorte. Meu pai me deu duas irmãs mais velhas e depois, junto com a mamãe, me deu uma irmã mais nova. Como se já não bastasse a genética, a vida me deu de presente mais irmãs, irmãs que eu pude escolher. Elas não têm o meu sangue, o meu DNA e não se parecem fisicamente comigo, mas nem por isso são menos próximas e menos especiais.
Esse ano, duas das pessoas que eu mais amo, resolveram deixar meu coração apertadinho de tanta felicidade, as duas de uma vez. Primeiro foi a Thá, minha Doll, minha baby Doll a subir no altar e ser ainda mais feliz, completa, trazendo na barriga minha primeira sobrinha postiça, a Larinha. Agora, é a vez da Fê, minha Fefa, minha miguxa desde o tempo em que éramos pirralhas remelentas. E é para essa minha amiga tão perfeita, tão especial, que eu dedico esse meu post de hoje.
Quando crianças, queríamos ser médicas. Ficávamos imaginando como seria o nosso consultório, qual seria a cor da parede da sala de espera, como seriam os nossos pacientes... Éramos grudadas. Chegávamos da escola e já estávamos no telefone papeando. Era tanta cola que um dia o irmão mais velho da Fefa perguntou se a gente namorava... Morremos de rir e continuamos do mesmo jeitinho, sempre uma ao lado da outra.
Não sei como surgiu isso, mas eu lembro da gente combinando o nosso casamento e, mesmo sem saber quem seriam os nossos maridos, uma coisa já estava definida: nós seríamos madrinhas uma da outra, isso era fato consumado.
Entre tantos papos, entre tantos sonhos, convivemos com o Cabide e a Tolly, com o fedidinho e o crucifixo de estimação, com a nossa Santa Rita e seus tantos "milagres". Teve Ubatuba, acampamentos e mais acampamentos, Moinho Santo Antônio, bamba cabeção, mochila de ursinho, moletom gigante, shopping Tatuapé com o Seu Guilherme de motorista... Teve Canadá, teve briga na nossa turma, foram faculdades diferentes, mas a nossa amizade só se fortalecia.
A Fefa estava comigo quando o primeiro e o segundo namorado se foram. Lembro da gente dando voltas e mais voltas no quarteirão, minhas lágrimas iam fazendo um rio atrás da gente e a minha amiguinha estava lá, firme e forte, puxando o barco, me tirando da fossa. Um pouco mais adultas, estava também quando o terceiro e o quarto se foram. Eu, graças a Deus, acompanhei ela e o Rodra cada vez mais próximos, caminhando sempre para a mesma direção. Vi o namoro começar, estabilizar e se transformar no que eu sempre tive certeza: um casamento cheio de amor.
Eu tenho certeza de que a vida da minha Fê vai ser repleta de coisas boas: ela é uma das poucas pessoas que conheço que será uma sacanagem absurda se algo der errado. De qualquer forma, a "dinda" aqui vai estar sempre a postos, para pegar na mão, dar colo, ombro e muito mimo sempre que ela precisar.
Eu te amo, amiga. Obrigada por me dar a chance de compartilhar com vc e o Rô um momento tão único.
domingo, 18 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
bolinhos
Yes, nós somos bolinhos! Hoje devemos estar com 20 dias, mais ou menos. Essa foto foi há 1 semana, já temos orelhas e olhos bem definidos! A Tia Amanda baba tanto na gente que esquece de tirar foto e nem pensou em nomes para a galera ainda!
E nesse sabadão, todo mundo resolveu curtir uma preguicinha...
Dá para resistir????
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
quem procura, acha
Como já diria o ditado popular: quem procura, acha.
A curiosidade humana é incrível. Ficamos procurando sempre um motivo, um porque, uma conexão entre as coisas, um significado nas entrelinhas. Procuramos tanto, tanto, que um dia encontramos: e nem sempre é o que esperávamos. E agora, José? Agora, a curiosidade se transforma em angústia, medo, raiva, mágoa, tristeza.
Procuramos em bilhetes, contas de telefones, faturas de cartão de crédito. Procuramos no celular, na mesa de trabalho, na agenda, nos e-mails. Procuramos em um olhar, numa palavra dita de forma estranha, na mesa do bar, em fotos. Passamos muito tempo procurando por indícios, falhas e parece que sempre estamos tentando desvendar um grande mistério que achamos que existe na nossa vida. Deve ter alguém nos enganando, nós não merecemos a felicidade assim de bandeja. Sim, porque se não tem um drama, não vale a pena, né?
Eu cai nessa armadilha. Procurei. E, depois de muito tempo, quando não valia mais nem a pena achar, eu achei, claro. E a verdade caiu no meu colo de forma bizarra, num misto de espanto e (para piorar) ainda mais curiosidade.
Masoquismo, a gente vê por aqui.
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